Carreira na Assessoria
Remuneração fixa ou maior repasse? Entenda como diferentes modelos podem impactar segurança, autonomia e participação econômica na carreira de um assessor de investimentos.
Equipe Amaná Investimentos

Não existe apenas uma forma de construir uma carreira na assessoria
A evolução da assessoria de investimentos no Brasil criou diferentes modelos de relacionamento entre profissionais e escritórios.
Em algumas estruturas, o assessor recebe uma remuneração fixa combinada a uma participação menor sobre a receita produzida. Em outras, abre mão do componente fixo em troca de um repasse maior sobre o resultado da carteira.
Nenhum desses modelos deve ser analisado isoladamente.
Para um profissional em início de carreira, previsibilidade de receita, estrutura física, acompanhamento comercial e suporte mais próximo podem ter valor relevante. Esses recursos podem contribuir para a formação, o desenvolvimento profissional e a construção inicial de uma carteira de clientes.
Para um assessor experiente, que já desenvolveu relacionamento com seus clientes e possui uma carteira consolidada, a equação pode ser diferente.
A pergunta passa a ser: quanto vale a estrutura oferecida pelo escritório e quanto vale participar mais da receita que você próprio gera?
O que a remuneração fixa representa
A remuneração fixa oferece previsibilidade.
Independentemente da oscilação da receita da carteira em determinado mês, existe uma parcela previamente conhecida da remuneração.
Naturalmente, essa segurança possui uma contrapartida econômica.
O escritório assume parte do risco da operação e dos custos associados ao profissional. Por isso, estruturas que oferecem remuneração fixa podem trabalhar com percentuais diferentes de repasse sobre a receita.
Não se trata necessariamente de uma vantagem ou desvantagem.
Trata-se de uma escolha entre diferentes combinações de segurança, estrutura, autonomia e participação econômica.
Quando a conta começa a mudar
À medida que a carteira do assessor cresce, a importância relativa da remuneração fixa pode diminuir.
Imagine, apenas como exemplo, um assessor cuja carteira produza R$ 20 mil mensais em receita.
Uma diferença de 20 pontos percentuais no repasse representa R$ 4 mil por mês.
Em doze meses, são R$ 48 mil.
Se a diferença for de 30 pontos percentuais, são R$ 6 mil por mês ou R$ 72 mil em um ano.
Quanto maior a receita produzida pela carteira, maior tende a ser o impacto econômico do percentual de repasse.
Por isso, para um profissional com carteira consolidada, a pergunta talvez deixe de ser “quanto recebo de remuneração fixa?” e passe também a incluir “quanto da receita que gero permanece comigo?”
Repasse não é a única variável
O percentual de repasse é importante, mas não deveria ser analisado sozinho.
Também entram nessa decisão questões como autonomia, suporte operacional, tecnologia, estrutura, relacionamento com a instituição financeira, modelo societário e liberdade para conduzir a própria rotina.
Um percentual maior acompanhado de uma estrutura inadequada às necessidades do profissional pode não representar a melhor escolha.
Da mesma maneira, uma estrutura robusta que já não seja necessária para determinado estágio profissional pode ter um peso econômico relevante.
A análise precisa ser individual.
O modelo escolhido pela Amaná
Existe mais de uma forma de construir uma carreira na assessoria.
A Amaná escolheu um modelo baseado em autonomia, participação econômica e alinhamento com o cliente.
Não oferecemos remuneração fixa nem exigimos estrutura física.
O assessor atua de forma remota, organiza sua própria rotina e atua de forma isenta de metas operacionais direcionadas.
A proposta é permitir que o profissional experiente concentre sua atuação nas necessidades da carteira e no relacionamento de longo prazo com seus clientes.
Como consequência de uma estrutura mais enxuta, conseguimos direcionar uma parcela maior da receita para quem efetivamente constrói e mantém esses relacionamentos.
Para assessores experientes, o repasse pode variar entre 70% e 80% da receita após os impostos aplicáveis, conforme as condições do modelo.
A mesma lógica de participação é aplicada às receitas de PJ1 e PJ2.
Qual modelo faz sentido para você?
A resposta depende do momento profissional de cada assessor.
Para alguns, previsibilidade, estrutura e acompanhamento mais próximo podem continuar sendo prioridades — e há modelos desenhados justamente para oferecer essas características.
Para outros, depois de anos construindo uma carteira, desenvolvendo experiência e adquirindo autonomia profissional, pode fazer sentido avaliar uma relação diferente entre estrutura, liberdade e participação econômica.
Não existe uma única resposta para todos os profissionais.
Existe mais de uma forma de construir uma carreira na assessoria.
O importante é conhecer as alternativas, entender a conta e decidir conscientemente qual modelo melhor representa a próxima etapa da própria carreira.
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Para quem deseja conhecer a Amaná, entender nossa forma de atuação e conversar com um especialista sobre seus objetivos financeiros.

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