Carreira na Assessoria
Autonomia vai além do trabalho remoto. Entenda como diferentes níveis de direcionamento podem mudar a rotina e as responsabilidades de um assessor experiente.
Equipe Amaná Investimentos

Autonomia vai além de trabalhar de casa
Home office e autonomia não são necessariamente a mesma coisa.
O local de trabalho é apenas uma das características de um modelo profissional.
Autonomia envolve também a capacidade de organizar a própria rotina, definir prioridades e assumir responsabilidade pelas decisões relacionadas à condução da carteira.
Existem estruturas em que o escritório participa mais ativamente dessa organização.
Em outras, uma parcela maior dessas decisões fica nas mãos do próprio assessor.
São modelos diferentes — e podem fazer sentido para profissionais em momentos diferentes da carreira.
Estrutura e direcionamento também têm valor
Especialmente no início da atividade, trabalhar dentro de uma estrutura mais dirigida pode oferecer vantagens importantes.
Rotinas comerciais ajudam na organização.
Acompanhamento próximo pode acelerar o aprendizado.
Treinamentos e campanhas permitem conhecer diferentes soluções.
A convivência física com outros profissionais também pode contribuir para a formação.
Para quem ainda está construindo carteira e desenvolvendo seu próprio método de trabalho, esses elementos podem ter valor significativo.
Mas as necessidades de um profissional não permanecem necessariamente iguais durante toda a carreira.
Quando a experiência começa a mudar a equação
Com o passar do tempo, alguns assessores desenvolvem sua própria forma de trabalhar.
Conhecem profundamente seus clientes.
Aprendem quais rotinas funcionam.
Constroem relacionamento.
Desenvolvem disciplina.
E passam a depender menos de uma estrutura que organize diariamente sua atividade.
Nesse estágio, outro atributo pode ganhar importância:
autonomia.
Não necessariamente porque a estrutura anterior deixou de ter valor, mas porque o profissional pode já não precisar dela da mesma maneira.
Da gestão da atividade para a responsabilidade pelo resultado
Um modelo mais autônomo muda também a forma como o assessor é avaliado.
O foco deixa de estar predominantemente na execução de uma rotina definida externamente e passa a estar na capacidade do próprio profissional de administrar sua atividade.
Isso exige responsabilidade.
Se ninguém determina o horário, cabe ao assessor organizar seu tempo.
Se não existe uma agenda comercial direcionada, cabe ao assessor identificar as necessidades da carteira.
Se a atuação é remota, cabe ao profissional manter proximidade com seus clientes independentemente da distância física.
Autonomia não elimina cobrança. Ela muda de onde a cobrança vem.
Em grande medida, passa a vir do próprio profissional e dos resultados de sua relação com os clientes.
Quando a carteira ajuda a organizar a agenda
Em um modelo com maior autonomia, a carteira pode assumir um papel central na definição das prioridades.
Um vencimento relevante.
Uma mudança de objetivo.
Recursos que precisam ser realocados.
Alterações no cenário econômico.
Uma carteira que precisa ser rebalanceada.
Uma oportunidade adequada a determinado perfil.
Ou simplesmente um cliente com quem o assessor entende que precisa conversar.
A agenda passa a ser construída a partir do relacionamento e das necessidades identificadas pelo profissional.
Autonomia não significa trabalhar sozinho
Esse é um ponto importante.
Um modelo autônomo continua precisando de infraestrutura.
Tecnologia, suporte operacional, acesso a produtos e soluções, informações, compliance e relacionamento com a instituição financeira continuam sendo componentes fundamentais da atividade.
A diferença está na função dessa estrutura.
Ela deve permitir que o assessor trabalhe — sem necessariamente determinar como ele deve organizar cada etapa do seu trabalho.
O modelo escolhido pela Amaná
A Amaná escolheu um modelo voltado principalmente para profissionais que já desenvolveram maturidade e capacidade de administrar sua própria atividade.
O assessor atua 100% remotamente, sem obrigação de presença física ou horário determinado pelo escritório.
Atua de forma isenta de metas operacionais direcionadas e possui autonomia para organizar sua agenda e conduzir o relacionamento com sua carteira.
O modelo econômico acompanha essa escolha.
Não oferecemos remuneração fixa e trabalhamos com repasse entre 70% e 80% da receita após os impostos aplicáveis, de acordo com as condições estabelecidas para cada relação.
A mesma lógica de repasse é aplicada às receitas de PJ1 e PJ2.
Em vez de combinar maior estrutura e remuneração fixa com menor participação econômica, optamos por uma operação mais enxuta que permita ampliar a participação do profissional na receita que ajuda a construir.
Para quem esse modelo faz sentido?
Não necessariamente para todos.
Um profissional em início de carreira pode valorizar justamente aquilo que nosso modelo oferece em menor intensidade: estrutura física, rotina definida e acompanhamento comercial próximo.
Nossa proposta foi pensada principalmente para outro estágio profissional.
Assessores experientes, com carteira construída, capacidade de organização e desejo de assumir maior responsabilidade sobre a própria atividade.
Para esse profissional, autonomia pode deixar de ser apenas uma preferência e se tornar parte importante da decisão sobre onde construir a próxima etapa da carreira.
Existe mais de uma forma de construir uma carreira na assessoria
Essa é a ideia que une diferentes modelos de atuação.
Não precisamos afirmar que um modelo é melhor que outro.
Existem estruturas diferentes para necessidades diferentes.
A Amaná fez uma escolha:
autonomia, participação econômica e alinhamento com o cliente.
O assessor precisa decidir se essa escolha também combina com ele.
Leia também
Autonomia na assessoria: o que muda em um modelo com menos direcionamento comercial?
Metas comerciais na assessoria: como elas influenciam a relação entre assessor e cliente?
Sua carreira evoluiu. Seu modelo de atuação ainda faz sentido para o momento atual?
Conheça de forma confidencial como funciona o modelo da Amaná para assessores experientes.
Para quem deseja conhecer a Amaná, entender nossa forma de atuação e conversar com um especialista sobre seus objetivos financeiros.

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